Na atualidade, há consenso sobre as vantagens de estudar no Ensino Superior no acesso ao mercado de trabalho e a remunerações mais elevadas. Num país com tantos desafios, obter uma licenciatura é uma garantia de um futuro melhor.

Caloiro

Os resultados do acesso ao Ensino Superior confirmam a evolução positiva dos últimos anos, aumentando a responsabilidade de reforçar os apoios de natureza social, sendo o PRR uma oportunidade para requalificar e capacitar espaços destinados a alojamento.

A procura elevada registada no concurso nacional deste ano permitirá manter a trajetória positiva de diplomados entre os 30 e os 34 anos, fixada nos 45,5%. Atingir as metas europeias de qualificação é uma garantia de que o país pode aspirar a ser competitivo no exigente mundo digital e na resposta aos desafios da transição climática.

Estes resultados devem-se a uma melhoria de desempenho das instituições, para o qual muito contribuiu a estabilidade decorrente do contrato celebrado entre as instituições de Ensino Superior e o Governo para a atual legislatura, associando políticas de ação social. É vital manter esta estabilidade e a tendência de correção do subfinanciamento crónico das instituições em relação à média europeia. Relembro que cada aluno do Ensino Superior custa, ao orçamento do Estado, pouco mais de metade do valor médio equivalente na maioria países da Europa.

Indubitavelmente, a aposta no Ensino Superior deve ser um tema transversal ao país, sendo crucial o empenho de todos os partidos políticos. Mas, importa também assumir politicamente, tanto no discurso como na prática, um novo modelo de desenvolvimento que aposte no conhecimento e inovação, enquanto pilar de desenvolvimento e de coesão.

Fonte: jn.pt

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